quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Copa Brasil de Matemática 2015


Sequência didática referente as ações que foram

 retiradas durante a oficina do SISPAE


ESCOLA MUNICIPAL PROF.ª  Mª DA GLÓRIA R. PAIXÃO
ENSINO FUNDAMENTAL
Rua: Nobre s/n – Bairro Centro – Fone: (94) 33914126
e-mail: escolamariadagloria@gmail.com


Copa Brasil de Matemática
Realização: Mangahigh em parceria com a revista veja
Professora responsável : Lucimeires Cabral Dias
Colaboradores/Professores:  Wagner Vulcão e Maria Edina
Objetivos: Incentivar os alunos a estudarem e aprenderem matemática de forma prazerosa e dinâmica, unindo a tecnologia e o ensino em favor de uma aprendizagem significativa, onde o aluno é levado a resolver desafios através de jogos e quizes, que envolvem os conteúdos de acordo com os PCNS.
Justificativa: Tendo em vista, que a matemática é vista pela maioria das pessoas como o “bicho papão” torna-se necessário o desenvolvimento de ações que visem trabalhar a matemática de forma atraente e divertida, onde o aluno participe de competições cujo principal objetivo seja a sua aprendizagem.
Na copa Brasil de Matemática o aluno é levado a executar atividades dentro do seu conteúdo de sala e caso necessário poderá rever os conteúdos das séries anteriores ou avançar para a série seguinte, dessa forma todos poderão evoluir cada um ao seu tempo e nível de aprendizagem.
Desenvolvimento: Foram cadastrados 100(cem) alunos de todas as turmas da escola (sede e anexo), as atividades foram realizadas no laboratório de informática na escola sob a orientação da professora Lucimeires C. Dias, onde os alunos cadastrados saiam durante as aulas de matemática da sala e iam para o laboratório, já com os alunos do turno da tarde (anexo) as atividades foram feitas de manhã, os alunos que têm acesso a internet fora da escola também puderam realizar as atividades já que a plataforma ficou aberta 24hs. Houve realmente um grande empenho por parte dos alunos e dos professores envolvidos (Lucimeires, Wagner e Maria Edina). A posição alcançada pela escola foi graças ao empenho dos alunos que até de madrugada e finais de semana estavam fazendo as atividades.

Resultado: Foram cadastrados 100 (cem) alunos, dos quais 08 (oito) atingiram mais de 100 pontos o que não é tarefa fácil, os mesmos serão homenageados com medalhas comemorativas da Margahigh, já sobre a avaliação das atividades desenvolvidas durante a competição caberá a cada professor fazer o levantamento desses dados e análise do mesmo. A escola participou com 295 escolas e ficou na 36º posição, lembrando que várias dessas escolas são particulares e em grandes cidades.
Vale ressaltar que essa ação faz parte das decisões que foram tomadas, para tentar superar as deficiências observadas durante a oficina do Sispae, onde se pode observar um aprendizado significativo, interesse e participação dos alunos satisfatoriamente.

Melhores pontuações:

Alunos
Pontos
Wendrio Bandeira dos Santos
301
Paulo Vitor Batista Oliveira
278
Icary Kaliny Reis da Silva
274
Gustavo de Araújo Borges
261
Ray Fran Ferreira Bahia
185
Gildecley da Silva Almeida
128
Ângela Santana Souza
113
Luiz Henrique Pereira Crispim
108
Willian Cardoso Mota
73
Beatriz Sousa Santa Brígida
39

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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Aula Profº Silverio - Geografia - EJA

Identificando problemas sociais e ambientais urbanos 

 


 



Teatro / Profª Rosivane Monteiro - 9º ano "A"

Tema: Meio Ambiente e Trabalho Escravo 

 O presente trabalho tem como objetivo reconhecer as diversas formas de trabalho escravo contemporâneo e identificar o perfil do trabalhador escravizado.Turmas envolvidas no trabalho : 7º B;8º A;9º A e B.

 
Será publicado vídeos

Copa Brasil de Matemática - Mangahigh


          Nós participamos é foi muito gratificante vê os alunos e professores engajados num só objetivo que é ensinar e aprender matemática de uma forma leve e divertida.Registro das aulas...






segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Mangahigh - Copa Matemática 2015

A Copa que vai melhorar a matemática do Brasil

Chega ao país o torneio disputado por 2,2 milhões de alunos em oito países que consegue despertar o entusiasmo dos estudantes pela disciplina

Por: Rita Loiola - Atualizado em

Game de Matemática
VEJA e a startup inglesa Mangahigh trazem ao Brasil o torneio que instiga os alunos do ensino fundamental e médio a jogar games que, naturalmente, promovem o aprendizado e as notas melhores no boletim(Rene Reis/VEJA)
A habilidade com os números é fundamental para qualquer país que deseja receber o título de desenvolvido. Saber matemática e ter a desenvoltura do raciocínio lógico e do pensamento abstrato que ela proporciona é um desafio para muitos países, mas, no Brasil, parece um gargalo difícil de superar. De acordo com todos os dados de avaliações nacionais e internacionais, falhamos em fazer os estudantes terem competências mínimas nas operações de somar, diminuir, multiplicar e dividir. No ranking do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), o mais importante teste de educação do mundo feita pela OCDE (organização que reúne as nações mais desenvolvidas do mundo), o país amarga a 58ª colocação entre 65 países. Isso significa que dois em cada três estudantes não atingem o patamar mínimo de conhecimento. Um relatório da instituição afirma que o PIB do Brasil aumentaria 7,5 vezes nas próximas oito décadas se, em 2030, todos os jovens de 15 anos fossem capazes de atingir o nível básico de conhecimento para idade em matemática, ciências e português. Mas, antes de aprender a disciplina, é preciso se entusiasmar com a matéria e querer aprendê-la. Para os educadores, esse passo inicial é o segredo de países asiáticos, como Cingapura, Coreia do Sul e Japão, que estão no topo da lista do Pisa. As escolas conseguem extrair o interesse dos estudantes por fórmulas e equações, tornando-os dedicados a resolvê-las. Afinal, a matemática nada mais é que uma ciência que retira da solução de problemas um imenso prazer intelectual. Como resultado, leva a invenções capazes de alavancar os países. No Brasil, no entanto, seu fascínio costuma estar sob equações ininteligíveis e aulas desinteressantes, seguidas pela alcunha de "difíceis". Mas uma estratégia sofisticada pode mudar esse cenário: games.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Como preparar a escola para a Prova Brasil

Especialistas comentam o que deve ser feito para que a escola tenha um bom desempenho na avaliação externa


Foto: Marcelo Almeida 
 
          Entre os próximos dias 7 e 18 de novembro, os alunos de 5º e 9º anos (ou da 4ª e 8ª séries) de todas as escolas públicas urbanas e rurais do país com mais de 20 estudantes por turma realizarão a Prova Brasil. Pensando em fazer com que a escola tenha um bom desempenho, há gestores que incentivam os professores a aplicar simulados e até mesmo a treinar as turmas para o teste por meio da repetição. Por melhor que seja a intenção, trata-se de um grande equívoco. "Esse exame tem por objetivo avaliar competências de Língua Portuguesa e Matemática que são construídas ao longo do tempo e se solidificam somente com um bom trabalho pedagógico - e não com exercícios mecânicos", alerta Jussara Hoffmann, autora de livros sobre avaliação e diretora da Editora Mediação, em Porto Alegre.
      A preparação para o exame deve, portanto, ser de outra natureza: esclarecer todos os integrantes da comunidade escolar a respeito do que é a avaliação, garantir a organização interna para a realização da prova e saber como utilizar os resultados em benefício dos processos de ensino e aprendizagem (leia a reportagem 7 ações para aproveitar bem a Prova Brasil). Como lembra Maria do Pilar Lacerda, secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), "uma avaliação só faz sentido quando leva à reflexão e à transformação da prática pedagógica. Não basta ser uma mera constatação. Precisa ser uma provocação para a equipe pensar a respeito do que está dando certo e do que ainda pode melhorar a fim de assegurar de fato a aprendizagem de todos os alunos".
Também em novembro, parte das escolas brasileiras é selecionada para participar do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que oferece um resultado amostral das mesmas séries avaliadas pela Prova Brasil mais o 3º ano do Ensino Médio (leia sobre as diferenças dos exames no quadro abaixo). As notas dessas avaliações são usadas para compor o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), instrumento que o governo federal tem utilizado para definir políticas públicas destinadas à melhoria da Educação em nosso país.
         Nesse sentido, também é preciso cautela para não cair na tentação de pautar o currículo escolar somente pela busca de um Ideb cada vez melhor. "Toda escola precisa ter um sistema próprio de avaliação, de acordo com as metas estabelecidas em seu projeto político-pedagógico (PPP). Exames internos e externos devem, portanto, ser usados de maneira complementar", diz Maria Amabile Mansutti, coordenadora técnica do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). Dessa forma, a equipe gestora contribui para criar uma cultura institucional que realmente vê a avaliação, qualquer que seja ela, não como uma forma de punir e responsabilizar um ou outro educador, mas como uma ferramenta formativa a serviço do aprimoramento das estratégias de trabalho.
Avaliações nacionais
        Em 1990, o Saeb surgiu para levantar dados sobre a Educação nas regiões geográficas e nos estados brasileiros. Já em 2005, a Prova Brasil foi criada para oferecer dados mais específicos sobre os municípios e as escolas. A partir de 2007, os dois exames passaram a ser realizados em conjunto. Conheça os detalhes:
  Prova BrasilSaeb
A quem se destinaAlunos de 5º e 9º anos do Ensino FundamentalAlunos de 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e do 3º ano do Ensino Médio
Escolas participantesUnidades públicas de áreas urbanas e ruraisUnidades públicas e privadas de áreas urbanas e rurais
AlcanceUniversal - todos os estudantes das séries indicadas fazem a provaAmostral - apenas uma parte dos alunos das séries avaliadas participa do exame
AplicaçãoUma parcela das escolas participantes compõe os resultados do SaebTodos fazem a Prova Brasil e, por meio de um recorte, chega-se aos números do Saeb

Aula Profº Edimilson - 9º ano "B"

Atividade envolvendo o ensino de Libras